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Nesta terça-feira (12/05), o Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais (Encat) publicou o Informe Técnico 2026.001 – Versão 1.00, trazendo a primeira exigência sistêmica direta para o funcionamento do tão comentado Split Payment.

O documento oficializa os códigos válidos de meios de pagamento que deverão ser informados nos Documentos Fiscais Eletrônicos (DFe) para garantir a vinculação correta das transações ao novo sistema de liquidação financeira. A partir de agora, o ambiente de faturamento passa a aceitar os seguintes parâmetros estritos:

  • 15: Boleto;
  • 17: Pix QR Code Dinâmico;
  • 18: TED;
  • 20: Pix por Chave ou QR Code Estático;
  • 23: Pix Automático;
  • 24: TEF / Booktransfer.

A publicação traz um alerta crítico: o uso de códigos divergentes desta lista resultará no bloqueio imediato da emissão da nota, gerando a “Rejeição 1003 – Tipo de Pagamento inválido”. É um sinal claro de que o Fisco não permitirá faturamentos que tentem burlar o rastreio do Split Payment.

O cronograma do Encat prevê que as regras já estejam em ambiente de produção neste mês de maio de 2026. Isso significa que a parametrização dos ERPs não é mais um projeto para o futuro, mas uma urgência para o fechamento do mês atual.